terça-feira, 12 de junho de 2018

Circuncisão




Circuncisão masculina é a remoção do prepúcio do pênis humano. No procedimento mais comum, o prepúcio é aberto, as aderências removidas e a pele separada da glande. Posteriormente é colocado um grampo próprio para estabilizar o pênis e a pele do prepúcio é cortada. O procedimento também pode ser realizado sem um instrumento próprio. Para diminuir as dores e a ansiedade pode por vezes ser usada anestesia local ou de aplicação tópica, embora a anestesia geral seja também uma opção em adultos e crianças. Na maior parte dos casos, a circuncisão é uma cirurgia planeada e realizada em bebes e crianças por motivos culturais e religiosos. No entanto, em alguns casos pode ser realizada como tratamento médico para uma série de doenças, entre as quais casos problemáticos de fimose, infecções crônicas do trato urinário e balanopostite(inflamação conjunta da glande e prepúcio) que não responda a outros tratamentos. No entanto, está contra-indicada em casos de determinadas anormalidades da estrutura genital ou má condição física geral.
A circuncisão no geral está associada à diminuição da incidência de formas cancerígenas do vírus do papiloma humano e à diminuição do risco de infecções do trato urinário e de cancro do pênis. No entanto, a prevenção destas condições não justifica a circuncisão de rotina em crianças.

No Judaísmo, a circuncisão faz parte da lei religiosa e é uma prática comum entre muçulmanos, cristãos coptas[1] e ortodoxos etíopes. O termo "circuncisão" tem origem no latim circumcidere, que significa "cortar a volta".

[1] Igreja Ortodoxa Copta de acordo com a tradição, foi estabelecida no Egito por volta do ano de 42 d.C. É uma igreja ortodoxa oriental, isto é, uma igreja cristã que, por não aceitar o Concílio de Calcedónia, não está em comunhão com a Igreja Ortodoxa nem com a Igreja Católica. Pratica o rito alexandrino, assim como as co-irmãs Igreja Ortodoxa Etíope, Igreja Ortodoxa Eritreia, Igreja Católica Eritreia, Igreja Católica Etíope e Igreja Católica Copta.

A influência da cultura grega começou a predominar no Médio Oriente e culminou no abandono da circuncisão por muitos povos. Mas, quando o rei sírio Antíoco IV Epifânio proscreveu a circuncisão, deparou-se com mães judias dispostas antes a morrer do que a negar aos seus filhos o “sinal do pacto”.
Anos mais tarde, o imperador romano Adriano (117-138) obteve a mesma reação quando proibiu aos judeus circuncidar seus recém-nascidos. No intuito de evitar zombaria e ridículo, alguns atletas judeus que desejavam participar nos jogos helenísticos procuravam tornar-se “incircuncisos” por meio de uma operação destinada a restabelecer certa semelhança de prepúcio.

A circuncisão torna-se um requisito obrigatório na Lei dada a Moisés conforme Levítico 12:
2Fala aos filhos de Israel, dizendo: Se uma mulher conceber e der à luz um menino, será imunda sete dias, assim como nos dias da separação da sua enfermidade, será imunda.
3E no dia oitavo se circuncidará ao menino a carne do seu prepúcio. Levítico 12:2-3.

Isto era tão importante que, mesmo que o 8.º dia calhasse no sabá, a circuncisão teria de se realizar. No primeiro século da Era Cristã, era costume social entre os judeus dar nome ao recém-nascido do sexo masculino no momento da circuncisão. Mas os profetas do Antigo Testamento mostravam que mais importante do que a circuncisão literal é a circuncisão figurativa ou "circuncisão do coração".
(Deuteronômio 10:16; Deuteronômio 30:6; Jeremias 4:4; Jeremias 9:25).
Circuncidai, pois, o prepúcio do vosso coração, e não mais endureçais a vossa cerviz.
Deuteronômio 10:16
E o Senhor teu Deus circuncidará o teu coração, e o coração de tua descendência, para amares ao Senhor teu Deus com todo o coração, e com toda a tua alma, para que vivas. Deuteronômio 30:6.

Circuncidai-vos ao Senhor, e tirai os prepúcios do vosso coração, ó homens de Judá e habitantes de Jerusalém, para que o meu furor não venha a sair como fogo, e arda de modo que não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras. Jeremias 4:4.

Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.
Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que castigarei a todo o circuncidado com o incircunciso.
Ao Egito, e a Judá, e a Edom, e aos filhos de Amom, e a Moabe, e a todos os que cortam os cantos do seu cabelo, que habitam no deserto; porque todas as nações são incircuncisas, e toda a casa de Israel é incircuncisa de coração. Jeremias 9:24-26.

Aos judeus insensíveis às palavras dos profetas chama-se figurativamente “incircuncisos” (Jeremias 6:10; Atos 7:51).
A quem falarei e testemunharei, para que ouça? Eis que os seus ouvidos estão incircuncisos, e não podem ouvir; eis que a palavra do Senhor é para eles coisa vergonhosa, e não gostam dela. Jeremias 6:10.

Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais. Atos 7:51.

É a igreja cristã nacional do Egito (copta significa egípcio) e uma das igrejas da Ortodoxia Oriental mais antigas do mundo. A maior igreja cristã do Norte da África, é governada pelo seu primaz, o Papa Tawadros II de Alexandria, juntamente com o seu Sínodo.

A circuncisão aparece pela primeira vez na Bíblia, como o sinal da Aliança de Deus com o povo de Israel, através de Abraão. 
A circuncisão é o corte de parte da pele do prepúcio do membro sexual masculino, conforme:
9Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás a minha aliança, tu, e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações.
10Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado.
11E circuncidareis a carne do vosso prepúcio; e isto será por sinal da aliança entre mim e vós.
12O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência.
13Com efeito será circuncidado o nascido em tua casa, e o comprado por teu dinheiro; e estará a minha aliança na vossa carne por aliança perpétua.
14E o homem incircunciso, cuja carne do prepúcio não estiver circuncidada, aquela alma será extirpada do seu povo; quebrou a minha aliança. Gênesis 17:9-14.

Ela é uma ordem de Deus para  todos os elementos do sexo masculino que pertencem ao povo de Israel (judeu). Deve acontecer no oitavo dia após o nascimento de todo menino do povo, conforme Gênesis 17:12. Esse procedimento é feito até hoje da mesma forma como Deus ordenou e por pessoas especializadas, geralmente numa cerimônia na casa dos pais das crianças, do povo judeu. Nada mudou na circuncisão desde o tempo de seu início.
É  também uma medida higiênica que ajuda a evitar a contaminação de algumas doenças transmitidas sexualmente.

Pedro e o grupo dos cristãos considerados como judaizantes, entendiam que todos os que não eram circuncidados e que faziam sua adesão a Jesus, também deveriam ser circuncidados, conforme. 
Então alguns que tinham descido da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se não vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos. Atos 15:1.

Já Paulo entende de outra forma, os cristãos que não eram circuncidados, não precisavam ser circuncidados, pois a essência do cristianismo não está na circuncisão, como é o significado dela para o povo judeu. Para Paulo o importante é a fé em Jesus, pois foi Ele quem nos justificou e não a observância da Lei de Moisés.  Paulo fez uma crítica severa a Pedro e a Barnabé quando estes se afastaram dos cristãos que não eram circuncidados, veja Gálatas 2,11-14. Só depois de muito tempo de reflexão sobre o assunto, no chamado Concílio de Jerusalém, é que aos cristãos que não eram circuncidados, só é pedido que: abstenham-se de carnes sacrificadas aos ídolos, das carnes de animais sufocados e de uniões ilícitas, conforme:
Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá. Atos 15:29

Resumo
A circuncisão, no povo de Israel, consistia em um talhe de pele praticado em todo indivíduo masculino oito dias após o seu nascimento. O Senhor Deus houve por bem impô-lo a Abraão (séc. XVIII a. C.) e a seus descendentes como sinal da Aliança travada com este Patriarca (cf. Gênesis 17,9-14). Tal devia ser a importância desse rito na legislação de Israel que o varão incircunciso havia de ser considerado como prevaricador da Aliança.
Consciente disto, o rei sírio Antioco IV Epifanes em 167-164 a.C., querendo desviar da religião revelada o povo de Israel, lhe proibiu a praxe da circuncisão Os judeus que então frequentavam os teatros e ginásios dos pagãos, eram objeto de escárnio público; para evitá-lo, não poucos apostataram da fé, cancelando, mediante operação adequada, o sinal da circuncisão existente em sua pele.
A respeito do modo de executar a circuncisão, sabe-se que podia ser praticada mediante lâminas de pedra (cf. Êxodo 4:24-26; Josué 5:3); o seu ministro habitual era o pai da criança ao menos nos inícios da história de Israel (cf. Gênesis 17:12).
E Abraão circuncidou o seu filho Isaque, quando era da idade de oito dias, como Deus lhe tinha ordenado. Gênesis 21:4.

No judaísmo posterior, ou seja, nos tempos de Cristo, havia um oficial especialmente designado para cumprir o rito, que obedecia ao seguinte cerimonial:
A circuncisão se dava geralmente em uma sinagoga, na presença do um mínimo de dez testemunhas e geralmente de manhã. Dois assentos eram preparados no recinto sagrado: um para o padrinho do candidato, o outro para o profeta Elias, que os rabinos imaginavam estar presente, baseando-se em uma interpretação sutil do texto de Malaquias 3:1, combinado com 3 Reis 19:10.
Fazia-se o talhe na criança em meio a louvores e preces dirigidas a Deus.
A seguir, impunha-se o nome à criança, pois o Senhor deu novo nome a Abraão quando lhe prescreveu a circuncisão (cf. Gênesis 17:5): de então por diante, o menino passava a fazer parte do povo de Deus e devia ser reconhecido por seu apelativo característico.
A cerimônia terminava com uma refeição em família. Quando a criança no seu oitavo dia de vida estava doente, esperava-se a cura para fazer a operação ritual. Caso morresse antes do oitavo dia, era circuncidada em seu lençol mortuário sobre o respectivo túmulo, a fim de que não ficasse privada do sinal distintivo da aliança com Deus.
Alguns rabinos afirmavam que o varão, trazendo a marca da circuncisão, não poderia sofrer a ruína eterna após a morte; Abraão, um anjo ou o próprio Senhor cancelariam o sinal sagrado nos pecadores que se perdessem para sempre. Rabi Levi julgava que Abraão ficava à porta da geena (região dos réprobos) a fim de colocar em todo israelita culpado um prepúcio (segmento de pele íntegra) tirado de uma criança falecida sem circuncisão (Bereschith rabba 48 [30a. 49]). — Estas proposições, por muito fantasistas que sejam, têm o valor de atestar a grande estima que Israel devotava à mencionada instituição.

A maior parte dos povos pratica a circuncisão nos jovens, quando entram em puberdade (os árabes que na época era chamados de “Arábia pré-islâmica” a executam aos treze anos de idade, reproduzindo o que se deu em seu famoso antepassado Ismael; cf. Gênesis 17:25. Pode acontecer, porém, que seja aplicada a crianças recém-nascidas. Ismael deu origem ao povo árabe;).
E Ismael, seu filho, era da idade de treze anos, quando lhe foi circuncidada a carne do seu prepúcio. Gênesis 17:25.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Plano econômico do oitavo rei

O 8º. Rei anulou a Bíblia e o Alcorão, e só sim ele poderia interpretar a Bíblia e o Alcorão da maneira que bem quisesse, pois ele recebeu poder espiritual de satanás para começar a sua obra, e colocar suas obras e criar seus livros sagrados.

O oitavo rei será responsável pela implantação da nova economia mundial, pois foi ele que criou o plano econômico para que o seu executivo mundial colocasse em ação. Esse homem foi um líder espiritual que usa um sinal (ou símbolo) que representa a sua religião, o seu nome  que é considerado sagrado, bem como o número de letras do seu nome:
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Apocalipse 13:17.

Seus princípios são colocar uma só moeda e uma só religião, através de uma economia divina. Mas Somente depois de liberada a besta do abismo é que será feita a economia divina.

Em outras palavras: A besta do Abismo foi um homem que viveu na Pérsia e se fez passar por um representante da glória de DEUS, e esse homem já está morto. Durante esse período o império Persa adotou o Zoroatrismo como religião, logo esse homem foi um descendente de Zaratrusta.
Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia, Daniel 8:20.

O segredo de satanás e selar o nome da besta para o maior número de pessoas, sejam católicos, evangélicos, Judeus, mulçumanos, espíritas em geral ou o Islã não existe como lutar com alguém se você não sabe quem ele é. Afinal, se o seu verdadeiro nome for revelado ele jamais poderia dar continuidade na criação da Religião global. É como brincar de esconde-esconde, quando alguém é descoberto não pode permanecer mais escondido.

A ciência na nova ordem mundial consistirá em provar a existência do “deus”.  Afinal, essa será a única forma de arrastar os ateus, os positivistas e os céticos para o governo. Lembre-se que toda a terra vai adorar a besta, menos os cristãos verdadeiros.

A Besta do Abismo também pretende imitar o acontecimento que ocorreu durante a ressurreição do Senhor descrito no versículo abaixo:
"E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados;".  Mateus 27:52.

O Falso Arrebatamento é dentre outras coisas, p/ confundir e enganar os cristãos desatentos à palavra. 

“Todas as igrejas serão removidas e darão lugar para o besta. Ele não controla nenhum grupo, apenas ajuntará todas as igrejas. É precisa permanecer secreto, se ela for revelada o besta não poderá controlar nenhuma igreja".
Antes de ser liberado do abismo, a Besta ajuntará todas religiões onde divide em Material e Espiritual.
Depôs de liberar do abismo ela vai controlar toda as religiões, então é Espiritual.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Não tomarás o nome do senhor em vão

Um dia me perguntaram se eu iria a igreja, então eu respondi, não? Igreja são pessoas e não denominação. São pessoas ligadas pela mesma fé e submetidos ao mesmo chefe espiritual. A igreja não é essa casa feita de tijolo, onde vê se todo tipo de idolatria:
O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas; Atos 17:24-25.

Igreja é para pecadores (no sentido figurado)? E quem são estes pecadores? Pecadores são aquelas pessoas que usa o nome do Deus em vão, como por ex: vem-se um trovoado, ai você diz, graças a deus a trovoada não foi tão forte (se a trovoada não foi forte não foi por causa de Deus). Aqui você está ofendendo deus, isso é pecado, ai sim você tem que ir à igreja, como se a causa da trovoada ou as catástrofes pelo mundo fosse de deus, caso você não saiba, as catástrofes ocorrendo, não vem de deus e sim da mão do homem, o homem é responsável pelo planeta que vive (pare de jogar lixo na rua, pare de sujar o meio ambiente... etc), é mais ou menos assim; você não limpa a casa e acusa deus pela sujeira. Outro ex, eu estava doente, e agora graças a deus eu estou melhor, deus não é culpado, que você fuma, bebe, come todos os tipos de porcaria, sem se preocupar em fazer, um benefício para seu organismo e já vai culpando deus, por suas irresponsabilidades.
Com a graça de deus vou pegar um emprego, já estou a anos desempregado? Quer um emprego vai a uma agencia de emprego, e não use o nome do deus em vão, até porque este é um dos piores pecados.
Estes são os pecadores, apenas estou dando aqui estes exemplos, mas existem outras dezenas de exemplos.
Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Êxodo 20:7.

Lembrando também que os judeus trocavam o nome do messias por Tetragrama YHVH, mesmo dentro das sinagogas, por não poder usar o nome do verdadeiro deus em vão, que é o terceiro ou segundo dependendo da religião, dos 10 mandamentos(Êxodo 20:7), o nome do deus é reservado para o fim da era, enquanto os pecadores usam o nome do deus em todos os lugares, e em qualquer lugar, sem saber que não se pode usa o nome Deus em vão como no versículo Acima.

Resumo

A ética do Messias é a ética dos Dez Mandamentos. Ele ensinou o seu povo a viver por essa regra e ele mesmo o fez. E em nenhum outro lugar os Dez Mandamentos estão personificados e manifestados em plenitude como estão na vida do Messias.

Na Escritura, o nome de Deus é um meio de ele revelar a si mesmo. Bem no início, em Gênesis 4.26, “E a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do Senhor.”, há uma referência a pessoas invocando o nome do Senhor – não porque Deus lhes houvesse dito o seu nome pactual, mas porque ele falou e revelou a si mesmo. Depois, contudo, Deus de fato tornou o seu nome conhecido. Ele se revelou a Moisés como o grande “EU SOU” (Êxodo 3.14):
E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.

E declarou haver levantado Faraó para que o seu nome – a revelação da sua justiça e poder – fosse proclamada por toda a terra (Êxodo 9.16). Depois, o templo foi construído “ao nome do SENHOR” (1 Reis 3.2; 8.17):
Entretanto, o povo sacrificava sobre os altos; porque até àqueles dias ainda não se havia edificado casa ao nome do Senhor. 1 Reis 3:2.
Também Davi, meu pai, propusera em seu coração o edificar casa ao nome do Senhor Deus de Israel. 1 Reis 8:17

E aquele nome se tornou o objeto da adoração de Israel à medida que eles louvavam o nome de Deus por meio de cânticos (Salmo 69.30):
Onde sobem as tribos, as tribos do Senhor, até ao testemunho de Israel, para darem graças ao nome do Senhor. Salmos 122:4

O nome de Deus é tão importante ao ponto de ser solenemente protegido nos Dez Mandamentos por uma proibição de que se tome seu nome em vão (Êxodo 20.7):
Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Êxodo 20:7.

A violação dessa lei é uma ofensa capital: “Aquele que blasfemar o nome do SENHOR será morto”:
E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente morrerá; toda a congregação certamente o apedrejará; assim o estrangeiro como o natural, blasfemando o nome do Senhor, será morto. Levítico 24:16.

Levítico cita uma variedade de exemplos do que esse abuso do nome divino inclui: oferecer os filhos a Moloque:
E da tua descendência não darás nenhum para fazer passar pelo fogo perante Moloque; e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor. Levítico 18:21.

Jurar falsamente (19.12):
Nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanarás o nome do teu Deus. Eu sou o Senhor. Levítico 19:12.

Os sacerdotes cortarem as extremidades da barba (21.5-6):
Santos serão a seu Deus, e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do Senhor, e o pão do seu Deus; portanto serão santos. Levítico 21:6

Essa grande variedade de violações ao mandamento mostra que tomar o nome do Senhor em vão envolve não apenas falá-lo de modo errado, mas inclui vivê-lo de modo inadequado.

Era o nome do Senhor que deveria ser posto “sobre” o povo de Israel, por meio da bênção araônica (Números 6.24-27).
Fala a Arão, e a seus filhos dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes:
O Senhor te abençoe e te guarde;
O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti;
O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.
Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.
Números 6:23-27

Com o seria na tradução do Grego.
Fala a Arão, e a seus filhos dizendo: Assim abençoareis os filhos de Jacó(Ya'akov), dizendo-lhes:
O Senhor te abençoe e te guarde;
O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti;
O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.
Assim porão o meu nome sobre os filhos de Jacó(Ya'akov), e eu os abençoarei.
Números 6:23-27

O nome não era apenas um título ou epíteto, mas incluía o caráter e a sublimidade de Deus revelados para a salvação e a santificação do seu povo. Pelo nome de Deus eles são salvos e pelo nome de Deus eles são separados.
Então os que estavam reunidos lhe perguntaram: “Senhor, é neste tempo que vais restaurar o reino a Israel?” Ele lhes respondeu: “Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade”. Atos 1:6-7 NVI.

Abraão era filho de Terá (1 Crônicas 1:26) -Gênesis 11: 27-28;
Isaque(filho de Agar Gênesis 16:1-2) era filho de Abraão;
Filhos de Abraão e Hagar: Ismael (Gênesis 16:16);
Sara: Isaque (Gênesis 21:3);
Quetura (concubina de Abraão): Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Jisbaque, Suá. 1 Crônicas 1:32

Isaque deu origem aos Judeus, Ismael deu origem aos Árabes.

Jacó era filho de Isaque(Gênesis 25:26);
Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste. Gênesis 32:28.

“Não te chamarás mais Jacó, mas Israel“. Aqui há um equivoco, na época Israel não era conhecido, e somente os 12 filhos de Jacó, pois o correto seria “Não te chamarás mais Jacó, mas Judá”. De Judá que formou o Reino de Judá, e que da tribo de Judá iria nascer o escolhido.

Judá era filho de Jacó(Mateus 1:2);
Jacó(se originou as 12 tribos de israel: Rúben, Simeão, Levi, JudáZebulom,
Issacar, , Gade, Aser, Naftali, Benjamim, José[Manassés e Efraim]);
Gênesis 49.

domingo, 13 de maio de 2018

Igreja

A IGREJA QUE CRISTO FUNDOU NÃO É ESSA BABILÔNIA DENOMINACIONAL.
Estando dois ou mais reunidos em seu nome, está feito a sua "igreja" Mateus 18:20.

Igreja NÃO É TEMPLO, PEDRA E TIJOLO, Igreja é formada por pessoas! É uma comunhão humana das pessoas que seguem a Cristo, para compartilhar.

A base da religião não é a "fé", é o "medo".
A Religião é tão somente uma invenção primitiva feita pelo homem para comandar, oprimir, e se aproveitar dos outros, na qual somente as formas de vida espiritualmente fracas sucumbem.
A religião é uma instituição que ameaça; aterroriza, escraviza e promove conflitos, guerras com a promessa de uma vida eterna. A Religião(Apostata) do homem separa pessoas, cria atritos e divide lares e casais. Ela é a criação satânica mais nefasta da face da Terra.

A religião católica, a evangélica, a espírita, Protestante e qualquer outra transformam sua “fé” em território privado.
A história registra que as maiores guerras da história da humanidade tinham como pano de fundo a religião. 
Estas instituições promovem divisões, idolatria e comércio na fé o que é proibido pelo evangelho.
Seria essa a vontade do criador para os humanos?
Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá. Mateus 12.25.

Cristo não criou uma religião. Ele instituiu o Reino de Deus, isto é, a Sua Igreja.
As pessoas que compõem tal Reino, ou Igreja vivem sujeitas a Cristo. Vivem o padrão da justiça do Reino de Deus.

Como um corpo, Ele é “O Cabeça”, e Seus discípulos, os membros.
Esse corpo possui Um só Espírito; Um só coração, o novo coração;
Uma só mente, a mente de Cristo; Um só pensamento, o pensamento da Palavra de Deus;
Um só caráter, o caráter de Deus; Uma só direção, a direção do Espírito de Cristo.

Portanto, ninguém, absolutamente ninguém, que está fora deste Corpo, pertence a Cristo.
Não adianta confessá-lo com Cristo, e não obedecer a Ele;
Invocá-Lo, e não ouvi-lo;
Frequentar uma instituição chamada de igreja, e não se comportar como diz a Bíblia.

Atritos, contendas, fofocas, maus olhos, preconceitos, críticas por parte de alguém que se diz cristão, na realidade, são alguns dos sinais da carnalidade existente nos religiosos. Não no Reino de Deus ou na Sua Igreja. Ser cristão é ser possuído e dirigido pelo Espírito de Cristo.

Lição espiritual, para aconselhamento mutua, para ajudar uns aos outros, socorrer uns aos outros, de consolação, de carinho na fé, afeto, solidariedade, de pertencimento e troca de amor fraterno e,
Amizade simples. Os apóstolos se reuniam em casa! Não existe hora marcada, dia, clero nem cerimônia clerical, devemos ser templo do Criador o dia todo, todo o tempo, na vida vivendo!
Assim, se dois ou três amigos se encontrarem para falar sobre as lições espirituais, ou para servirem alguém, ali é a igreja!
Isso é congregar-se, reunir-se pelo evangelho! INSTITUIÇÕES PROMOVEM DIVISÕES, IDOLATRIA E COMÉRCIO NA FÉ O QUE É PROIBIDO PELO EVANGELHO.
Os discípulos se reuniam em casa, templo é dinheiro, instituição causa divisões o que é proibido pelo, Evangelho.

O que é a igreja?
Do grego εκκλησία [ekklesía] e do latim ecclesia são fiéis ligados pela mesma fé e submetidos ao mesmo chefe espiritual.

Igreja são pessoas e não denominação:
Hoje em dia, muitas pessoas entendem a igreja como um prédio de tijolo. Esta não é a compreensão bíblica da igreja. A palavra igreja vem da palavra grega “ekklesía”, que é definida como “uma assembléia”, ou “os que foram chamados”. O significado primário de “igreja” não é de um prédio, mas de pessoas. É irônico que quando você pergunta às pessoas que igreja freqüentam, geralmente dizem Batista, Metodista, ou outra denominação. Muitas vezes eles se referem à denominação ou ao prédio.
Saúdem também a igreja que se reúne na casa deles. Saúdem meu amado irmão Epêneto, que foi o primeiro convertido a Cristo na província da Ásia.(Português: Nova Versão Internacional) Romanos 16:5

Religião
Religião feita pelo homem(alguns exemplos):
Protestantismo(Martinho Lutero((1483-1546) foi ordenado sacerdote em 1507), 31 de outubro;
Anglicanismo(1534 d.c. rei Henrique VIII(8) Inglaterra;
• Restauracionismo(ou Igrejas de Cristo - 1809 (Mormonismo, Testemunhas de Jeová);
• Cristadelfianos — John Thomas, 1864 d.c;
• Episcopal (ou Anglicana) — Henrique VIII — 1534d.C — Inglaterra;
• Reformada (ou Calvinista) — João Calvino — 1541d.C — Suíça;
• Menonita — Menno Simons — 1550d.C — Holanda;
• Presbiteriana — John Knox — 1567d.C — Escócia;
• Congregacional — Robert Browne — 1580d.C — Inglaterra;
• Batista — John Smyth, Thomas Helwys — 1604d.C — Holanda;
• Quaker — John Fox — 1649d.C — EUA;
• Dunker (ou Igreja dos Irmãos) — Alexander Mack — 1708d.C — Alemanha;
• Metodista — John Wesley — 1739d.C — Inglaterra;
• Mórmon (Igr. de J. Cristo dos Santos dos Últ. dias) — Joseph Smith — 1830d.C — EUA;
• Adventista do Sétimo Dia — William Miller — 1831d.C — EUA;
• Espiritismo Kardecista — Léon-Hippolyte-Denizart-Rivail — 1854d.C — França;
• Exército da Salvação — William e Catarina Booth — 1865d.C — Inglaterra;
• Velhos Católicos — João Frederico von Schulte — 1871d.C — Tchecoslováquia;
• Ciência Cristã — Mary Baker — 1875d.C — EUA;
• Pentecostais — Charles Parham e outros — 1900d.C — EUA;
• Igreja Mariavita — Francisca Kozlowzka — 1906d.C — Polônia;
• Igreja do Nazareno — vários — 1908d.C — EUA;
• Congregação Cristã — Luigi Francescon (ital.) — 1909d.C — Brasil;
• Assembleia de Deus-Gunnar Vingren e Daniel Berg - Belém, Pará, Brasil 1911;
• Assembleias de Deus Americas-Vários pastores - 1914 durante um acampamento de
ministros pentecostais em Hot Springs, Arkansas;
• Assembléia de Deus — vários pastores de 100 grupos — 1910d.C — EUA;
• Testemunhas de Jeová — Charles Taze Russel — Brooklyn, Nova Iorque, EUA, 26 de julho de 1931.

Religião: vem do latim religio, que significa “louvor e reverência aos deuses”, é uma fé, uma veneração ou uma devoção a que é considerado sagrado. É um culto que aproxima o homem das entidades a quem são atribuídos poderes sobrenaturais. É uma crença em que as pessoas buscam a satisfação nas práticas religiosas ou na fé, para superar o sofrimento e alcançar a felicidade.

Diferença entre Adoração, Venerar e Devoção:
Adoração: é o culto que prestamos exclusivamente a Deus;
Venerar: é o culto prestado aos santos e às imagens e relíquias que os representam;
Devoção: apego sincero e fervoroso a Deus ou aos santos, sob uma forma litúrgica ou por práticas regulares privadas; inspiradas por esse sentimento religioso, piedade.

Aflição


Imagine acordar de madrugada com gritos desesperados e luzes estranhas iluminando seu quarto. Você abre a janela e vê um tumulto nas ruas, enquanto no céu, centenas de estrelas parecem despencar na direção da Terra como bolas de fogo.

Foi mais ou menos isso que os habitantes do Hemisfério Norte do continente americano experimentaram nas noites de 12 e 13 de Novembro de 1833.

O fenômeno astronômico conhecido como Chuva de Meteoros de Leonid ocorre a cada 33 anos, sempre que a Terra se aproxima do rastro deixado pelo Cometa Temple-Tuttle. A cauda do cometa é composta de partículas sólidas congeladas, conhecidas como meteoróides, que são ejetadas a medida que ele sofre derretimento ao se aproximar do Sol. Essas partículas viajam a grande velocidade, quando entram na atmosfera terrestre sofrem atrito e são visualizadas como bolas de fogo no céu noturno. A chuva de meteoros pode progredir para as chamadas tempestades de meteoros, dependendo da intensidade registrada.

O fenômeno causou enorme comoção naqueles que o testemunharam, para alguns era a certeza de que o mundo estava preste a acabar em uma chuva de fogo vindo do céu.

O fenômeno foi tão impressionante que alguns pesquisadores estimam que mais de 100 mil partículas entrava na atmosfera em apenas uma hora, iluminando a noite da Costa Leste dos Estados Unidos como um caleidoscópio multicolorido.

O evento celestial já era conhecido dos astrônomos da época, contudo sua intensidade superou todas as expectativas. Thomas Milner, um cientista inglês que havia viajado para testemunhar o incidente registrou em seu diário as seguintes palavras: "As estrelas em queda ofereceram o mais esplêndido acontecimento de que se tem notícia". Seu colega, o Professor Denison Olmsted da Universidade de Yale também escreveu que aquele era "o mais magnífico e impressionante acontecimento presenciado no continente americano, desde a sua colonização" e que "era um privilégio poder admirar tão fascinante acontecimento".
E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue;
E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte. Apocalipse 6:12-13.

Então estes sinais se cumpriram respectivamente com o terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755; o escurecimento do Sol e a Lua em cor de sangue, em 19 de maio de 1780; e a queda das estrelas, na noite de 13 de novembro de 1833. Mas pelos menos três argumentos básicos têm sido usados contra tais identificações.

Senhor também disse que haveria outros sinais tais como o escurecimento do sol e da lua, e as estrelas do céu cairão.
E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Mateus 24:29.

Esses sinais se cumpriram dia 19 de maio de 1780 e 13 de novembro de 1833 e foram amplamente divulgados pelos jornais  e meios científicos. Milhões de pessoas ficaram assustadas pensando que o fim do mundo havia chegado.

No dia 19 de maio de 1780 aconteceu um fenômeno que assustou os moradores da Nova Inglaterra, uma região que abrange seis Estados norte-americanos, Connecticut, Maine, Massachusetts, New Hampshire, Rhode Island e Vermont, todos ao norte do país. As pessoas relataram uma “Grande Escuridão”. O Sol sumiu quase de repente e o meio-dia transformou-se em meia-noite. Tudo ficou escuro e tenebroso. Naquele dia não houve eclipse.

Passados pouco mais de cinqüenta anos, outro fenômeno nos céus dos Estados Unidos deixou muita gente boquiaberta. Era madrugada de 13 de novembro de 1833. Durante horas, literalmente milhares de “estrelas cadentes” caíram a cada minuto. Foi como se todo o céu estrelado estivesse desabando. As testemunhas estavam principalmente da costa leste do país até o sul da Flórida. O que houve nesses lugares? Os habitantes da Nova Inglaterra do século XVIII eram muito religiosos e perpetuaram a idéia de um castigo divino – até porque ninguém se arriscou a tentar explicar o que aconteceu em maio daquele ano. Já em novembro de 1833, embora a ciência astronômica já conhecesse o fenômeno, muitos preferiram pensar que o fato era inexplicável.














Chuva de meteoros Leônidas de 13 de novembro de 1833, numa gravura segundo um relato da época.

JÁ COM RELAÇÃO À CHUVA DE ESTRELAS cadentes de 1833, temos a ocorrência de um fenômeno natural, só que desta vez bem mais raro. Na Astronomia ficou conhecido como “A Grande Chuva de Meteoros Leônidas de 1833”.

Por que meteoros? Naturalmente, o termo “estrelas cadentes” está equivocado. As estrelas são astros distantes e não correm risco de cair sobre nós. A Terra gira em torno de uma delas, o Sol, que é mais de um milhão de vezes maior que o nosso planeta. Se alguém tivesse de cair decididamente não seria o Sol.

É notável que as chuvas de meteoros ocorram aproximadamente na mesma data a cada ano. Tanto é que recebem nomes relacionados às constelações a partir das quais os meteoros parecem surgir (um mero efeito de perspectiva). Leônidas é uma chuva cujos meteoros são vistos todo o mês de novembro como se partissem da constelação do Leão.

O Dia Escuro, também conhecido como Dia Escuro da Nova Inglaterra, refere-se a um evento ocorrido no dia 19 de maio de 1780, quando os céus da Nova Inglaterra e de partes do Canadá ficaram demasiadamente escuros apesar de ser dia. A escuridão foi tamanha que foi necessário usar velas durante o dia. O fenômeno não dispersou até metade da noite seguinte.

Hoje em dia, muitos, acreditam que o dia escuro foi o cumprimento de profecias bíblicas e apocalípticas. Eles citam o trecho "... Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados..." (Mateus 24:29 são sinais precedendo o retorno de Cristo). 

Em apocalipse 6:12–13.  “... e houve um grande terremoto. O sol ficou negro como aniagem feita de pelos, e a lua inteira ficou como sangue. As estrelas do céu caíram na terra, como uma figueira derrubando suas figas verdes quando é balançada por um forte vento." Um adventista de sétimo dia, Arthur Maxwell, até menciona este evento em sua série The Bible Story (Vol. 10). 

Outro sinal  importante   dado  por  Jesus,   foi  a pregação   do  evangelho  em todas as partes:  “Então, disse  o   Senhor:   Virá  o   fim.”  Mateus  24:14.

“Porque surgirão falsos cristos, e falsos  profetas  operando  grandes  sinais e  prodígios  para enganar,  se  possível,  os  próprios  eleitos.   Portanto, se  vos  disserem :  Eis que ele esta no deserto!,  não saiais. Ou ei-lo  no  interior  da casa!,  não  acrediteis.  Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do homem.” Mateus 24:24-27.